São comumente definidos como Pilares da Governança Corporativa a Transparência, a Equidade, a Prestação de Contas e a Responsabilidade das organizações em seus processos e demais atividades.

De maneira que, o relacionamento da organização com os seus diferentes públicos seja orientado por uma gestão que considere princípios e regras.

Esses pilares são, na verdade, competências da organização desenvolvidas para que a mesma atue com Governança e alcance os benefícios dessas boas práticas como elevação do seu valor, acesso a capital e perenidade.

De maneira bastante simples, a incorporação da Governança na organização pode acontecer por duas formas: com o entendimento das pessoas das mudanças necessárias e consequente aderência ou, por meio da tentativa de adesão às mudanças sem o devido entendimento, por parte das pessoas, após a mudança nos processos da organização.

A falta de entendimento do motivo dessas mudanças, não gera significado às pessoas envolvidas. O que por sua vez, impede a falta de desenvolvimento de competências individuais.

Essas competências individuais são fundamentais na consolidação das competências organizacionais, entre elas, os pilares da Governança, já mencionados. Ou seja, somente teremos organizações maduras quanto os seus indivíduos tiverem maturidade.

Transferindo esse aspecto e outros para os processos. Por esse motivo, a adoção da Governança Corporativa deve ter como foco a gestão e o desenvolvimento das pessoas que compõem a organização.

Porque é a aplicação das competências – como Agilidade, Cumprimento de Normas, Clareza, Comportamento Ético, Comunicação, Organização, Planejamento e Visão Sistêmica – presentes no indivíduo, que irão se propagar por toda a organização. De modo que, diante das mudanças, a assimilação e incorporação das mesmas, torne-se um processo natural e desejado.

Esse foco na gestão e no desenvolvimento das pessoas é importante para que, quando a Governança estiver estabelecida na organização, as competências sejam base e resposta para as suas decisões e diretrizes.

Como base, as competências das pessoas, formatam as competências organizacionais. Como resposta, essas competências tornam a Governança, algo forte e bem-sucedido. Na prática, esse foco trata-se do mapeamento e desenvolvimento das competências necessárias para que a organização desenvolva seu negócio, sendo que em todos os processos, seja considerada a sua Governança.

O Mapeamento acontece por meio do levantamento do perfil de seus Colaboradores e o desenvolvimento por meio de treinamentos sobre as lacunas encontradas entre o esperado e o realizado.

Em uma organização que trata com maturidade a importância das pessoas e suas competências na formação de suas competências organizacionais, a participação da área de Gestão de Pessoas em sua Governança é muito bem aceita e encarada como um importante componente desse modelo de atuação.

Ao invés de algo forçado ou traumático, a implantação de uma nova cultura, torna-se natural e colaborativo.

 

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